quarta-feira, 20 de maio de 2009

Comentários do dia 20/05/09 - Censurados por Reinaldo Azevedo


Há 2 dias, Reinaldo fez um post onde afirmou, mentirosamente, como de praxe, que Netanyahu, em reunião com Barack Obama, reiterou a posição israelense em favor da solução de "dois Estados" para o conflito israelo-palestino (vide post anterior).


Sobre o assunto, enviei hoje mais dois comentários ao blog dele no espaço de alguns minutos. Ambos censurados:


20/05/09
"Olá, Reinaldo!

E continua a expansão das colônias ilegais israelenses em terras palestinas...(http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,israel-da-aval-a-nova-colonia-judaica-na-cisjordania,372952,0.htm)

"Tomar essa decisão enquanto Bibi visita Washington envia apenas uma mensagem: Israel continuará com sua velha política e não concederá aos palestinos seus DIREITOS."

"O novo gabinete israelense, liderado pelo direitista Netanyahu, ignora o termo "Estado" em detrimento de fórmulas calcadas no desenvolvimento econômico." (VIU, TITIO MENTIROSO?)

"O projeto acabou congelado até que, em julho, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, emitiu uma licença para a construção." (VOCÊ SABIA QUE FOI SOB O GOVERNO DE BARAK QUE HOUVE A MAIOR EXPANSÃO DE COLÔNIAS ILEGAIS NA CISJORDÂNIA?)

Reinaldo, você defende o roubo de terras? O que os palestinos têm o direito de fazer para se defenderem? Por que você continua escrevendo exatamente o contrário do que acontece na realidade? Por que o titio é tão mentiroso e tem tanto medo de falar a verdade pros seus leitores?

Até a próxima, mentiroso!"




20/05/09
"Olá, Reinaldo!

Olha que coisa, acabei de entrar no site do Haaretz e me deparo com notícias atualizadas sobre o encontro de Bibi com Obama: http://www.haaretz.com/hasen/spages/1086580.html

Vou destacar alguns trechos que mostram como o titio Reinaldo é mentiroso e desonesto:

"Netanyahu met Tuesday on Capitol Hill with House and Senate leaders and a group of Jewish lawmakers, who were expected to question him on his REFUSAL to endorse the cornerstone of international Mideast policy, THE CREATION OF AN INDEPENDENT PALESTINIAN STATE."

"The official said that Israel and the U.S. see eye-to-eye on the need to thwart Iran's nuclear ambitions, yet Netanyahu's HESITANCY TO SUPPORT A TWO-STATE SOLUTION and to take steps in curbing Israel's settlement activity remain a bone of contention between the premier and Obama."

"During Monday's meeting at the White House, Obama pressed for a two-state solution to the Mideast conflict, but FAILED TO WIN A PUBLIC COMMITMENT FROM NETANYAHU ON PALESTINIAN STATEHOOD."

Tá bom pro titio mentiroso ou precisa de tecla SAP?

Até a próxima!"

Comentário do dia 19/05/09 - Censurado por Reinaldo Azevedo


Comentário enviado em resposta ao post "We're not going to have talks forever" (http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/05/were-not-going-to-have-talks-forever.html)


19/05/09
"Olá, Reinaldo!

É claro que, mais uma vez, você escreveu um monte de bobagens. E é claro que você sabe muito bem disso. É por isso que eu digo que a sua credibilidade ao abordar o problema israelo-palestino é zero. Isso não é jornalismo, é deliberada manipulação, propaganda e má-fé de sua parte.

Você sabe muito bem que o "Estado" palestino que os israelenses defendem não passa de um conjunto de bantustões isolados geograficamente e sem qualquer soberania, meras "reservas" onde será confinado o "lixo demográfico" que os palestinos são considerados.

Você sabe muito bem que a última coisa que Bibi está disposto a fazer é cumprir as obrigações israelenses para a solução do conflito, expressas e reiteradas anualmente por toda a comunidade internacional (inclusive todos os países da Liga Árabe) com exceção de Israel, Estados Unidos e países da envergadura de Palau e Tuvalu.

É cômico, pra não dizer triste, ler você escrever que os palestinos devem aceitar o caráter judaico de Israel. Logo você, que se opõe veementemente a qualquer "política de afirmação" de raça ou gênero, por exemplo, argumentando que isso cria diferentes classes de cidadãos, o que não deve ocorrer numa democracia. Ora, Israel deve ser um país de todos os seus cidadãos! E por que os palestinos que tiveram seu direito de auto-determinação impedido e sofreram dispossessão de tudo o que tinham são obrigados a reconhecer que aquele país que foi criado sobre suas vilas e cidades é um país "judeu"?? Tal pré-condição é totalmente arbitrária a absurda.

O consenso para o fim do conflito estabelece que Israel deve se retirar de toda a Faixa de Gaza e Cisjordânia, bem como de Jerusalém Oriental (considerada território ocupado), os refugiados devem ter o direito a retornar ou serem indenizados (os palestinos já aceitaram um retorno simbólico) e todos os países devem ser reconhecidos e terem segurança. Os árabes já aceitaram. O mundo todo endossou.

Só Israel e EUA que não.

Aí você vai e escreve que Israel é que quer a paz.


Reinaldo, isso é patético. Você é um lixo mesmo...


Até a próxima!"

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Como é difícil para Reinaldo ser honesto...


Reinaldo Azevedo não aceitou meu comentário reproduzido no post anterior, mas respondeu a ele em seu blog: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/05/ah-bom-agora-estou-mais-tranquilo.html

É claro que não o fez honestamente. Deu a entender que eu estava manifestando apoio a Hosni Farouk (ainda que eu o tenha criticado abertamente!!), sendo que o que fiz foi chamar a atenção para a acusação infundada de antijudaísmo feita a partir da manipulação de uma frase.

É este o "modus operandi" de Reinaldo Azevedo: cria "espantalhos" com o objetivo de desviar a atenção sobre um assunto, colocar em posição ridícula quem não coaduna com suas opiniões e fazer de conta que está refutando seus adversários.

É assim que quem mostra que Israel comete crimes de guerra e contra a humanidade através de ataques indiscriminados e desproporcionais contra civis, inclusive com o uso ilegal de armas, é acusado de ser um "amigo" e "defensor de terroristas".

É assim que alguém que diz que os sionistas ocupam terras palestinas e matam seus habitantes são acusados de "citarem Hitler abertamente" e de não cometerem um novo holocausto contra os judeus por simples falta de oportunidade.

É assim que alguém que diz que as relações com Israel não devem ser normalizadas até que este país cumpra suas obrigações internacionais com relação aos palestinos é acusado de ser um "fascistóide islâmico antissemita delirante".

Esta foi minha resposta, obviamente censurada:

14/04/09
"Olá, Reinaldo!

Parece ser difícil ser honesto, não?

No comentário que enviei a você, eu DISSE QUE A FRASE ORIGINAL JÁ ERA SUFICIENTEMENTE CONDENÁVEL, ainda mais vindo de alguém que almeja o cargo de diretor da UNESCO.

A questão não é adequação de Hosni ao cargo, mas a sua acusação de antijudaísmo delirante, sendo que a infeliz frase foi calcada não em antijudaísmo, mas numa posição política contra Israel baseada numa realidade.

O que eu poderia esperar de você, a não ser, mais uma vez, a distorção e a manipulação das palavras alheias?

Até a próxima!"

Comentário do dia 14/05/09 - Censurado por Reinaldo Azevedo


Comentário enviado como resposta ao post "MAIS UMA DE AMORIM - BRASIL APÓIA UM ANTI-SEMITA PARA A UNESCO. ELE JÁ PROPÔS QUEIMAR LIVROS ESCRITOS EM HEBRAICO..." (http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/05/mais-uma-de-amorim-brasil-apoia-um-anti.html), no qual Reinaldo Azevedo acusa o candidato egípcio à chefia da UNESCO Farouk Hosni de ser antijudeu.


14/05/09
"Olá, Reinaldo!

Segundo o jornal israelense Yediot Aharonot, o que Farouk Hosni teria dito foi que ele “would burn Israeli books himself if found in Egyptian libraries.”, ou seja, queimaria livros israelenses ele mesmo se os encontrasse em bibliotecas egípcias (http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3543242,00.html).


Uma pesquisa sobre o que realmente teria sido dito e o seu significado revela que Hosni não é nenhum antijudeu delirante, mas alguém que se opõe veementemente a qualquer normalização com Israel, inclusive cultural, enquanto Israel continuar a se recusar a aceitar suas obrigações internacionais perante os palestinos. Não há nada de antijudaísmo delirante nesta posição.

Hosni disse ao jornal egípcio Al-Ahram Weekly: "How can we have cultural normalisation with Israel as Palestinian blood is being spilt in the occupied territories? Normalisation will only take place if Israel honours its international obligations towards the Palestinians and recognises their right to have their own state."

“He said his remark was hyperbole used in response to a comment by a member of parliament from the Muslim Brotherhood who said Egyptian bookshops and libraries were full of Israeli books.
"I denied this and told the MP, using a hyperbole, that if those books existed I would burn them myself," Hosni said. "This was a way of confirming the denial, not confirming the act of burning," he clarified.
"On the same day, I went on Egyptian TV and said Israeli books should be translated into Arabic in order to better understand Israelis who translate many books from Arabic and know us much better than we know them,"
"If what the Wiesenthal Centre said was true, why would I be ordering the restoration of Jewish temples and the preservation of Jewish papyri as part of world heritage?
"Egypt is always keen to preserve and protect Jewish monuments as an Egyptian cultural and archaeological heritage," Hosni said, noting that the Supreme Council of Antiquities has put 10 Jewish synagogues on Egypt's heritage list, nine in Cairo and one in Alexandria.
"If what I said really meant the actual burning of books, then I would be ordering the burning of Jewish temples and papyri, not restoring and preserving them," the minister said. “ (http://weekly.ahram.org.eg/2008/899/eg3.htm)

Isso é muito diferente de dizer que “queimaria livros em hebraico se os encontrasse em sua estante”, como você afirmou, classificando Hosni como “antijudeu delirante”.

Naturalmente, a frase original, por si só, já é suficientemente condenável, especialmente quando vinda de alguém que almeja o cargo de diretor da UNESCO. Mas você não resiste à compulsão de evitar toda crítica a Israel enquanto tenta fazer crer que todos os que têm algo a dizer contra Israel não passam de malucos racistas que odeiam os judeus e são herdeiros de Hitler.

Até a próxima!"

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Segundo post do dia 06/05/09 - Censurado por Reinaldo Azevedo


Comentário enviado em resposta ao seguinte post de Reinaldo Azevedo:
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/05/diferenca-entre-eles-e-so-de.html

No post, dentre outras acusações, Reinaldo afirma que, em visita à Síria, Ahmadinejad citou Hitler abertamente e que, tendo a oportunidade, faria com os judeus o mesmo que Hitler fez.

Meu comentário (censurado):

06/04/09
"Olá, Reinaldo!

É, você é mesmo muito desonesto...

Na Síria, Ahmadinejad disse (segundo a France Press):

"Os ocupantes sionistas são micróbios destruidores, pois o sionismo em si significa a ocupação, a agressão, o assassinato e o aniquilamento"

"Eles ocupam as Colinas de Golan há décadas. Atacam Gaza, matam as pessoas dentro de seu próprio país, eliminam mulheres e crianças, e ainda acusam o povo palestino de terrorismo"

Você disse que Ahmadinejad citou Hitler abertamente e isso não é verdade. Hitler escreveu a frase que você destacou ("A sua [DOS JUDEUS] expansão através de países sempre novos só principia quando neles existem condições que lhe assegurem a existência, sem que tenha de mudar de domicílio como o nômade. É e será sempre o parasita típico, um bicho que, tal qual um micróbio nocivo, se propaga cada vez mais, assim que se encontra em condições propícias.”).

Ahmadinejad não se referiu aos judeus. Referiu-se aos OCUPANTES SIONISTAS. Vamos ligar a tecla SAP para o titio Reinaldo? Uma coisa é o POVO JUDEU, outra coisa é o OCUPANTE SIONISTA, que ocupa as Colinas do Golã e atacam Gaza.

Entendeu agora, burrinho?

Até a próxima!"

Comentário do dia 06/05/09 - Censurado por Reinaldo Azevedo


06/05/09
"Olá, Reinaldo!

Este é o relatório 2008 da Palestinian Centre for Human Rights (PCHR): http://www.pchrgaza.org/files/Reports/English/pdf_annual/annual2008-E.pdf

O documento é constituído de duas partes: uma com o levantamento das violações aos direitos humanos cometidos tanto por Israel como pela ANP nos Territórios Ocupados e outra com as atividades desenvolvidas pela PCHR - organização internacionalmente premiada - durante o ano de 2008.

É mais um documento corroborando os crimes israelenses denunciados por outras organizações: ataques indiscriminados contra civis, ataques desproporcionais, uso ilegal de armamentos, violência dos colonos, demolições de casas, roubo de terras, etc.

Até quando você vai continuar a omitir, distorcer e mentir para seus leitores, Reinaldo?
Cadê a sua retratação a respeito do ataque israelense com fósforo branco à escola da ONU que você chamou de "propaganda do Hamas", enquanto me acusou de ser "amigo" e "defensor de terroristas"?

Até a próxima!"

domingo, 3 de maio de 2009

Norman Finkelstein vs. Martin Indyk


Entrevista com Norman Finkelstein e Martin Indyk (embaixador de Israel nos EUA e Assistente de Assuntos do Oriente Próximo do governo Clinton) ao programa "Democracy Now" a respeito do "processo de paz" e do ataque israelense à Faixa de Gaza (Operação "Cast Lead").


Finkelstein refuta a falaciosa versão oficial israelense dos fatos e exaspera Indyk, que se nega a debater. Dividido em 4 partes:







quinta-feira, 30 de abril de 2009

Comentário do dia 29/04/09 - Censurado por Reinaldo Azevedo



Comentário em resposta a este post de Reinaldo Azevedo: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/04/o-que-pode-e-o-que-nao-pode.html

29/04/09
"Olá, Reinaldo!

Mais uma vez você está sendo incoerente e perde a razão quando fala deste assunto. Isso é ignorância ou deliberada má-fé de sua parte?

Você diz não condescender com o terror. Não é isso que vejo em suas colunas. Você, na verdade, não aceita o terrorismo quando ele atinge Israel ou o ocidente, mas se omite - ou melhor, até mesmo tece loas - quando as vítimas do terror não são israelenses ou ocidentais.

Hamas e Hizbullah surgiram da OCUPAÇÃO israelense, coisa que você sempre omite. Da "intervenção na política interna de outros países", por parte de Israel (o que você diz condenar, quando quem intervém é o Irã).

Hamas e Hizbullah, eventualmente, cometem ataques deliberados contra não-combatentes (terrorismo). Israel, como regra, comete atentados deliberados contra não-combatentes. O primeiro você chama de terrorismo. O segundo, você chama de "legítima-defesa". "Defesa", na linguagem israelense, significa tomar o máximo de terras palestinas, com o mínimo de "não-judeus" possível nelas.

Podemos falar também da diferença entre a retórica e a prática. Ahmadinejad, supostamente, teria dito que Israel seria varrido do mapa. A análise da real expressão que ele utilizou em farsi mostra que não foi isso o que ele disse (ainda mais no contexto do discurso em que a expressão traduzida incorretamente foi dita).

Enquanto isso, Israel, na prática, continua cometendo uma série de crimes e continua desrespeitando a ONU em todas as suas resoluções relativas ao conflito israelo-palestino. Você se escandaliza com uma expressão traduzida incorretamente enquanto apóia Israel apesar de este país cometer em maior escala tudo o que você condena nos outros.

Você destaca que não apoiaria uma manifestação contra a visita do primeiro-ministro israelense. Ora, você não disse que não apóia o terror? Você, então, não se opôe aos ataques indiscriminados e desproporcionais de Israel? Você não se opõe ao uso ilegal de flechetes, fósforo branco e outras armas? Você não se opõe ao roubo de terras? Não se opõe à limpeza étnica, à discriminação, à recusa em aceitar propostas de paz baseadas no que o consenso internacional e o direito expressam?

Reinaldo, você não leu o que Shlomo Ben-Ami admitiu a respeito da "generosa" proposta de Barak durante entrevista ao programa "Democracy Now", ou insiste em mentir pros seus leitores? Eu enviei a você a entrevista, Reinaldo! Aí vai, mais uma vez: http://www.democracynow.org/2006/2/14/fmr_israeli_foreign_minister_shlomo_ben

Repare que estou lhe concedendo o benefício da dúvida em vez de afirmar que você é simplesmente mentiroso e desonesto.

Ariel Sharon não se retirou completamente de Gaza coisa nenhuma. Mais uma vez, isso é ignorância ou má-fé de sua parte? A ocupação é definida pelo controle de um território por parte de uma força estrangeira. Sharon apenas retirou as colônias e reposicionou as IDF nas fronteiras da Faixa de Gaza, mantendo o controle efetivo sobre terra, mar, ar, impostos, comércio, ajuda humanitária, etc. Retirada esta que tinha como um dos objetivos "congelar o processo de paz" com os palestinos, segundo admitiu um conselheiro de Sharon ao Haaretz, Dov Weisglass: "The meaning of the disengagement plan is freezing the political process (...) The plan supplies the amount of formaldehyde necessary so that there will not be a political process with the Palestinians."

Além disso, Sharon (assim como seus antecessores e sucessores) aumentou a presença israelense na Cisjordânia.


Mas, é claro, os palestinos - refugiados vítimas de dispossessão e ocupação - devem "se comportar como finlandeses". Enquanto isso, Israel pode continuar a se comportar como...Israel!


Até a próxima!"

terça-feira, 28 de abril de 2009

"Occupation 101" - Documentário (legendado)


"A thought-provoking and powerful documentary film on the current and historical root causes of the Israeli-Palestinian conflict. Unlike any other film ever produced on the conflict -- 'Occupation 101' presents a comprehensive analysis of the facts and hidden truths surrounding the never ending controversy and dispels many of its long-perceived myths and misconceptions.

The film also details life under Israeli military rule, the role of the United States in the conflict, and the major obstacles that stand in the way of a lasting and viable peace. The roots of the conflict are explained through first-hand on-the-ground experiences from leading Middle East scholars, peace activists, journalists, religious leaders and humanitarian workers whose voices have too often been suppressed in American media outlets.

The film covers a wide range of topics -- which include -- the first wave of Jewish immigration from Europe in the 1880's, the 1920 tensions, the 1948 war, the 1967 war, the first Intifada of 1987, the Oslo Peace Process, Settlement expansion, the role of the United States Government, the second Intifada of 2000, the separation barrier and the Israeli withdrawal from Gaza, as well as many heart wrenching testimonials from victims of this tragedy."

Site oficial: http://www.occupation101.com/



"Why We Fight" - Documentário


"WHY WE FIGHT, the new film by Eugene Jarecki which won the Grand Jury Prize at the 2005 Sundance Film Festival, is an unflinching look at the anatomy of the American war machine, weaving unforgettable personal stories with commentary by a “who’s who” of military and beltway insiders. Featuring John McCain, William Kristol, Chalmers Johnson, Gore Vidal, Richard Perle and others, WHY WE FIGHT launches a bipartisan inquiry into the workings of the military industrial complex and the rise of the American Empire.

Inspired by Dwight Eisenhower’s legendary farewell speech (in which he coined the phrase “military industrial complex”), filmmaker Jarecki (THE TRIALS OF HENRY KISSINGER) surveys the scorched landscape of a half-century’s military adventures, asking how – and telling why – a nation of, by, and for the people has become the savings-and-loan of a system whose survival depends on a state of constant war.

The film moves beyond the headlines of various American military operations to the deeper questions of why – why does America fight? What are the forces – political, economic, ideological – that drive us to fight against an ever-changing enemy?

“Frank Capra made a series of films during World War II called WHY WE FIGHT that explored America’s reasons for entering the war,” Jarecki notes. “Today, with our troops engaged in Iraq and elsewhere for reasons far less clear, I think it’s crucial to ask the questions: ‘Why are we doing what we are doing? What is it doing to others? And what is it doing to us?’”